Uma velha canção lembra-me de ti
E da minha inocência calma no teu peito
Como, me tocando, sem querer, me tocaste
Uma velha canção traz-me à memória
O teu rosto de perfil. E o teu
cheiro. As minhas mãos no
perfume do teu corpo. Antes.
Depois.
Desejo.
Por que se foi essa chama?
Por quem morreu essa chama?
Porque não fomos?
Porque não somos.
Seríamos nós?
Nós... Nós não fomos.
Domingo, Janeiro 10, 2010
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